[...]

[...]
Editores 2015-2016: Direção e supervisão: Prof. Álvaro A. Santos | Coordenação: Prof. Jorge Marinho, Profª. Florência Marques, Profª. Mª João Santos e Profª. Lucinda Azevedo | Revisão de textos: Profª. Florência Marques | Design e multimédia: Prof. Luís Ribeiro
12 de maio de 2013 0 comentários

Deixemos o Sexo em paz


No dia 19 de Abril a nossa escola serviu de palco, pelo segundo ano, para a peça “Deixemos o sexo em paz”, interpretada por Maria Paulos e encenada por dramaturgo Carlos Gualdino.
Esta peça, é um monólogo que nos apresenta a temática da educação sexual de uma forma descontraída e que nos faz rir de nós próprios, mas não sem nos consciencializar para os graves problemas que a superficialidade com que este assunto é discutido e a consequente ignorância podem causar na vida de alguém.
Eu fui ver esta peça pela segunda vez, mas continuei a adorar a interpretação de Maria Paulos e as atualizações do texto que Carlos Gualdino fez. Acho importante salientar o profissionalismo e o amor com que estes artistas se entregam a esta peça e o carinho que nos fazem sentir por esta mulher.
Antes de remeter para a visualização da entrevista realizada, queria ainda deixar a sugestão para que na próxima vez que convidarem esta companhia de teatro a visitar a nossa escola (porque é indispensável a visita deles no próximo ano), marquem também outra sessão só dirigida aos encarregados de educação.
No fim da peça, o Jornal Impressão Escolar teve a oportunidade de falar com Maria Paulos e com Carlos Gualdino e ficar a conhecer este projeto e estes artistas um pouco melhor.
Sara Inês Graça


25 de março de 2013 0 comentários

Onde vai parar a nossa geração?


Não me admira que a nossa geração seja conhecida como "geração à rasca". Hoje em dia, a juventude só se preocupa em melhorar o seu exterior para obter popularidade nas redes sociais, onde os likes aparentam definir quem é melhor e mais belo. Dizem-se originais e diferentes, mas não passam de cópias dos protótipos de perfeição e beleza que lhes chegam através dos meios de comunicação de massas e que os fazem submeter-se ao que está na moda, caso contrário, arriscam-se a ser criticados por algo tão fútil como aquilo que usam.
Na escola, na rua ou no Facebook, a maior parte das coisas que vejo são miúdos vestidos da mesma forma, com as mesmas frases, com os mesmos gostos, nas mesmas poses, com a mesma maneira de escrever e de pensar... É triste ver que uma geração que podia ser tão brilhante, se fizesse um bom uso do que o Mundo lhe oferece, foi reduzida a um vasto grupo de pessoas frívolas, materialistas e incapazes de fazerem algo de bom pela sociedade, pois só contribuem para que esta situação se agrave. Salvo raras exceções, os jovens parecem ser todos iguais: incapazes de pensar por si mesmos e de criar algo novo e original.
O mais lamentável é que uma grande parte dos adolescentes prefere passar mais tempo com as suas tecnologias e roupas caríssimas do que na companhia daqueles que tanto trabalharam para lhes dar uma vida de conforto. Eles sabem o preço de tudo e o valor de nada.
É por tudo isto que eu tenho vergonha quando me incluem na “juventude dos dias de hoje”, pois, ao contrário dessas pessoas, eu não me preocupo com marcas, popularidade, dinheiro ou em parecer bem, mas sim em desenvolver o meu intelectual e a minha personalidade num sentido positivo.
Se estás a ler isto e partilhas da mesma opinião que eu, parabéns, estás num bom caminho! Se és uma das pessoas de que falei neste texto, uma pessoa do “SWAG” – que, já agora, quer dizer “Secretly, We Are Gay” –, aproveita esta oportunidade para mudares e te concentrares em quem tu realmente és e não em quem os outros esperam que sejas. Constrói uma pessoa melhor! Segue o teu coração! Sê único, porque diferentes fazemos a diferença e conseguimos vencer!
Inês Inverneiro
 
;